Situações pelas quais um escritor é OBRIGADO a passar
Hey!
Ultimamente estive pensando nas minhas piores situações pelas quais eu passei e ainda passo como escritora. Eu não sou conhecida, óbvio, sequer publiquei meu primeiro livro, mas enfim.
Vou listar as três coisas que provavelmente a maioria das pessoas acham que um leitor não passa por isso sem o sentimento de constrangimento, vergonha, arrependimento, entre outras emoções indesejadas nesses momentos.
1) Romance;
Aja coragem, aja escrita, aja atitude! Há escritores que selecionam um tema voltado para guerra, totalmente diferente de um romance romântico, mas sempre existe tal casal, tal amor previsível, e o escritor com certeza DETESTA isso. Talvez não - talvez isso seja somente com alguns, o que é o meu caso. Tem aqueles que não gostam de romance, podem até gostar de ler, mas não de escrever. Entretanto, se aquele casal é real e está destinado a acontecer, quem é o próprio escritor para contrariar seu próprio roteiro?
2) Pequenas atitudes forçadas;
Há momentos em que o escritor não está totalmente para cima e o livro decai. Isso faz com que, certas vezes, o mesmo tome atitudes se não desesperadas, urgentes. O livro passa por uma transformação toda, personagens mudam, morrem, somem, outros entram, e por vezes, o livro torna a ficar bom ou isso simplesmente acaba com todas as páginas anteriores, fazendo-o ser uma perda de tempo total. Mas releve. Com certeza não foi fácil escrever todas as 261 páginas de determinado livro que você leu.
3) Capítulos curtos, livro curto;
Tem escritores que gostam de escrever capítulos longos e outros que gostam de escrever capítulos curtos; cada um com sua mania. Tendo esse costume, escrever um capítulo curto, mas essencial, pode ser a treva para um escritor que escreve um capítulo contendo quatro mil e tantas palavras. Eu, por exemplo, escrevia bem pouco antes, e então decidi plantar na cabeça que abaixo de mil e quinhentas palavras não era aceitável. Entretanto, existem horas que há de ser necessário burlar nossas próprias regras. E que isso sirva de conselho para novos - e desesperados - escritores!
Ultimamente estive pensando nas minhas piores situações pelas quais eu passei e ainda passo como escritora. Eu não sou conhecida, óbvio, sequer publiquei meu primeiro livro, mas enfim.
Vou listar as três coisas que provavelmente a maioria das pessoas acham que um leitor não passa por isso sem o sentimento de constrangimento, vergonha, arrependimento, entre outras emoções indesejadas nesses momentos.
1) Romance;
Aja coragem, aja escrita, aja atitude! Há escritores que selecionam um tema voltado para guerra, totalmente diferente de um romance romântico, mas sempre existe tal casal, tal amor previsível, e o escritor com certeza DETESTA isso. Talvez não - talvez isso seja somente com alguns, o que é o meu caso. Tem aqueles que não gostam de romance, podem até gostar de ler, mas não de escrever. Entretanto, se aquele casal é real e está destinado a acontecer, quem é o próprio escritor para contrariar seu próprio roteiro?
2) Pequenas atitudes forçadas;
Há momentos em que o escritor não está totalmente para cima e o livro decai. Isso faz com que, certas vezes, o mesmo tome atitudes se não desesperadas, urgentes. O livro passa por uma transformação toda, personagens mudam, morrem, somem, outros entram, e por vezes, o livro torna a ficar bom ou isso simplesmente acaba com todas as páginas anteriores, fazendo-o ser uma perda de tempo total. Mas releve. Com certeza não foi fácil escrever todas as 261 páginas de determinado livro que você leu.
3) Capítulos curtos, livro curto;
Tem escritores que gostam de escrever capítulos longos e outros que gostam de escrever capítulos curtos; cada um com sua mania. Tendo esse costume, escrever um capítulo curto, mas essencial, pode ser a treva para um escritor que escreve um capítulo contendo quatro mil e tantas palavras. Eu, por exemplo, escrevia bem pouco antes, e então decidi plantar na cabeça que abaixo de mil e quinhentas palavras não era aceitável. Entretanto, existem horas que há de ser necessário burlar nossas próprias regras. E que isso sirva de conselho para novos - e desesperados - escritores!
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